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Caso de Flávio Bolsonaro 'não tem nada' a ver com governo, diz Mourão

O vice-presidente Hamilton Mourão no Palácio do Planalto, em imagem de 7 de janeiro — Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil

O caso envolvendo movimentações financeiras atípicas do senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) e de seu ex-assessor Fabrício Queiroz não é assunto do governo que começou em 1º janeiro, apesar de o parlamentar ser filho do presidente Jair Bolsonaro, avaliou neste domingo o vice-presidente da República, Hamilton Mourão. "É preciso dizer que o caso Flávio Bolsonaro não tem nada a ver com o governo", disse à Reuters Mourão, que assume interinamente a Presidência da República enquanto Bolsonaro participa do Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça. Para Mourão, é preciso aguardar o andamento dos fatos e investigações antes de se tirar conclusões. Flávio Bolsonaro é investigado na esfera cível da Justiça do Rio de Janeiro por suspeita de movimentação atípica detectada pelo Conselho de Controle de Atividade Financeiras (Coaf). Segundo reportagens do Jornal Nacional, da TV Globo, o Coaf identificou 48 depósitos de R$ 2 mil entre junho e julho de 2017 e um pagamento de pouco mais de R$ 1 milhão de um título bancário da Caixa Econômica Federal na conta de Flávio Bolsonaro, então deputado estadual. Neste domingo, o jornal O Globo destacou ainda que Queiroz chegou a movimentar em sua conta, além de R$ 1,2 milhão já divulgados, outros R$ 5,8 milhões, totalizando R$ 7 milhões em três anos.
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