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Fiscalização contra ambulantes acaba em confusão com empurrões

Uma scalização de rotina da Secretaria de Meio Ambiente, na cidade de Crato, acabou em confusão com empurrões, socos e pessoas sendo ouvidas na Delegacia Civil nesta manhã de quarta-feira, 9. Pelo menos quatro vendedores ambulantes estão sendo ouvidos na Delegacia Civil após desacatarem ordens de agentes da Guarda Municipal durante scalização intensiva na rua Santos Dumont, cruzamento com a rua Bárbara de Alencar. Ninguém foi preso. A ação visava coibir ocupação irregular de espaços públicos com vendas ambulantes e camelôs. Durante a evacuação, vendedores ambulantes e agentes da Guarda entraram em conito, com empurrões, socos e imobilizações após scais da Secretaria de Meio Ambiente ordenarem a apreensão dos produtos, segundo relatou uma das pessoas envolvidas.

 "HUMILHANTE"

De acordo com a vendedora Silvânia Peixoto, 35, os guardas municipais "já chegaram com agressão" e "não queriam conversa". Relata, ainda, que guardas teriam agredido ela e seu lho de 18 anos com socos e tapas. "Nos chamaram de vagabundos, mas nos somos cidadãos tentando ganhar o pão honestamente. Isso é humilhante. Eles não podiam apreender nossos produtos, porque a gente ´tava´ vendendo eles na mão, não tinha banca". Uma vídeo mostra o momento da confusão, onde aparece o padrasto de Silvânia, o senhor Égidio Pajeú, 60, sendo imobilizado por um guarda municipal. A Polícia Militar foi acionada e conseguiu acalmar os ânimos dos envolvidos.

"AÇÃO LEGAL"

 Segundo o Secretário de Segurança Pública, Coronel Jarbas Freire, a ação de scalização "foi legal" para liberar as ruas e calçadas ocupadas de maneira irregular por vendedores ambulantes. "Não houve truculência, mas houve desacato da ordem dos Guardas e Fiscais, então os agentes da segurança precisaram agir", diz. Para o Coronel, a lmagem faz injustiça a ação dos guardas, pois "não mostra o diálogo e a tentativa do guarda antes". Desde outubro de 2018 a Secretaria de Meio Ambiente e a Guarda Municipal realizam scalizações intensivas noticando camelôs e vendedores em situação irregular. Vai contra a legislação cratense colocar bancas ou feiras móveis ou xas de comida, frutas, artesanato e objetos de maneira irregular nas ruas e praças do centro da cidade impedindo ou prejudicando a mobilidade do pedestre ou automóveis.




fontes: Site Miseria e F5 cariri
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