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Nasce criança de mãe de 12 anos e pai de 13; os dois são primos



Nasceu na cidade de Alagoinhas uma criança cujo a mãe é uma menina de apenas 12 anos (Rosa) teve relações sexuais com o primo, que na época tinha 12 anos, mas já fez 13. “Eles foram criados juntos. Sempre brincaram e jamais imaginávamos que isso pudesse acontecer. As mães do dois são viúvas, têm outros filhos e deixavam os dois com os mais velhos para trabalhar e sustentar a família. Nem acreditamos quando a gente soube do bebê”, contou a tia da criança, Luzimarina Chavier dos Santos, que está cuidando da sobrinha.
No lugar das bonecas e brincadeiras de crianças, uma menina de 12 anos vai dar lugar à maternidade. Grávida de seis meses, a jovem identificada com o nome fictício de Rosa teve relações sexuais com o primo, que também tem 12 anos. “Eles foram criados juntos. Sempre brincaram e jamais imaginávamos que isso pudesse acontecer. As mães do dois são viúvas, têm outros filhos e deixavam os dois com os mais velhos para trabalhar e sustentar a família. Nem acreditamos quando a gente soube do bebê”, contou a tia da criança, Luzimarina Chavier dos Santos, que está cuidando da sobrinha.
Segundo Luzimarina, Rosa é da cidade de Sátiro Dias, na região de Alagoinhas, onde vive com mais três irmãos e a mãe. “Ela começou a sentir dores, enjoo e a mãe me ligou pedindo ajuda”, disse, informando que a maternidade de Sátiro está fechada e, por conta disso, a sobrinha está com ela em Porto de Sauípe – povoado de Entre Rios, que fica a pouco mais de uma hora de Salvador. “Lá em Sátiro não tinha condições de atendimento. Só tem o Hospital Geral da cidade e pra marcar consulta leva até um mês. Por isso pedi que ela viesse pra cá para termos atendimento”, contou.
A partir daí, começa a batalha de Luzimaria para ajudar a sobrinha e que tem o apoio da patroa, uma secretária que mora em Salvador e trouxe o caso ao Bocão News. “Fiz uma denúncia no Disk 100 – Direitos Humanos, no dia 20 deste mês e dia 23 o Conselho Tutelar de Entre Rios (que atende ao Porto de Sauípe), foi acionado. Fiquei impressionada com o descaso do setor público com um caso grave como este”, afirmou Inês Santos Silva que, atualmente, busca resolver o problema da criança. “É um descaso total das secretarias de Saúde. Há uma semana eles [o Conselho e a secretária de Entre Rios] têm a denúncia e nada fizeram. A Promotoria e Prefeitura da cidade também já foram comunicadas do caso de Rosa, que é grave. Ela e o bebê podem morrer”, contou.


Informações do site Bocão News.
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