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Análise: Protestos desafiam a estratégia de polarização adotada por Bolsonaro

Avenida paulista 
A primeira grande manifestação popular do governo de Jair Bolsonaro desafia a estratégia de polarização adotada pelo presidente. Centenas de milhares de pessoas foram às ruas dos 26 estados e do Distrito Federal na quarta-feira para protestar pacificamente contra os cortes no orçamento do Ministério da Educação (MEC), que atingiram as universidades federais e as etapas básicas de ensino,  Estudantes, professores e servidores do ensino público federal foram os catalisadores do movimento, mas ele atraiu também alunos, pais e profissionais do ensino privado, além de trabalhadores de outras áreas, em menor número, e partidos políticos. Colunistas do GLOBO analisam que o governo errou ao politizar e tratar ideologicamente o corte no orçamento do MEC.

Depois de quatro meses e meio, o governo de Jair Bolsonaro enfrentou os primeiros grandes protestos. Estudantes e professores foram às ruas em todo o país. Criticaram os cortes na educação e o sucateamento das universidades federais. Ao chamar os manifestantes de “idiotas”, Bolsonaro dobrou a aposta na polarização política. É uma estratégia arriscada, que pode inflamar as ruas contra o governo.


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